Repeteco com o Acolhedor!

Querido diário…

Esta é a primeira vez em que relato sobre um cliente começando pelo repeteco e não pelo primeiro encontro. ? Não que a nossa primeira vez não tenha sido legal o suficiente para eu escrever sobre, contudo, decidi avançar logo para o que fosse mais recente, revelando um pouco dos dois dates num só relato. ?

Lhe dei esse apelido pois, desde o primeiro encontro, ele se mostrou muito afetuoso, se importando mais com o meu prazer do que com o de si próprio. Ele é alemão (mais um rs) e fala português com sotaque. Um charme. Tanto no primeiro, quanto no segundo encontro, o atendi no Hotel Pullman, onde ele estava hospedado. A propósito, adorei aquele hotel. A entrada e o saguão parecem uma balada, super descolado. ?

Ele me aguardava na entrada e, assim como da última vez, subimos juntos para o quarto. Desta vez ele se hospedou numa suíte maior, parecia um apartamento. Fomos para o que seria a sala e em cima da mesinha me deparei com um presente. Uma deliciosa caixa de chocolates Lindt que comprou para mim! ?  – Foto abaixo tirada posteriormente na cama. –

Nos sentamos no sofá e trocamos alguns beijos entre uma conversa e outra. De repente, ele revelou o que tinha planejado para aquele encontro. Começou dizendo que faríamos uma “coisa diferente”, fazendo com que a minha curiosidade atingisse o nível máximo. Daí ele revelou querer começar o encontro com uma massagem. Titubeei um pouco, pois, se ele tivesse me avisado com antecedência, eu teria levado um creme. Porém, ele já tinha pensado em tudo e até comprou um óleo corporal da Johnson Johnson com um delicioso e suave cheiro de amêndoas. Mas, o que me surpreendeu mesmo não foi nem isso e sim ele complementar que a massagem seria em mim. Uau. ? Ouvir que eu seria massageada, naquele momento foi como se jogassem um chuva de pétalas sobre mim. ?

Mas antes que fôssemos para a cama, onde eu me deitaria nua esperando pelo toque das suas mãos, ele perguntou se eu fazia striptease, pois seria um ótimo jeito de eu me livrar da minha roupa. Eu costumo ficar sem graça fazendo striptease – mais atrapalhada do que sensual -, mas, não me neguei a tarefa. Fui buscar meu celular para colocar uma música condizente, que me inspirasse e a que escolhi foi essa:

Se ele tivesse me avisado com antecedência que ia me pedir essa façanha, eu teria ido com uma roupa que colaborasse. É muito difícil ser sexy tirando meias e calça extremamente justa. ? Procurei me movimentar no ritmo lento da música e quando enfim fiquei só de calcinha e sutiã, subi na mesa e fui até ele, me sentando em seu colo de frente para seu rosto, que me olhava de maneira indecifrável. Fiquei rebolando no seu pau, que ainda estava sob muitas camadas de tecido, e quando a música mudou a melodia em determinada parte, saí de cima dele como se aquele movimento fosse coreografado e voltei para a tarefa do strip (ainda faltava eu tirar a lingerie para ficar completamente nua).

Ameacei tirar a calcinha, mas, concluí que seria bem mais atiçador deixar o melhor para o final e subi com as minhas mãos para o fecho do sutiã, ainda que seus olhos continuassem estacionados na direção da minha menina, subindo para os meus seios somente quando esses já estivessem nus. Percebi uma ligeira surpresa passando pelo seu olhar. ? Na sequência, lentamente tirei a calcinha e então voltei para ele, me ajoelhando na sua frente. Começamos a nos beijar. E toda essa brincadeira durou exatamente o tempo da música, quatro minutos. E olha que eu nem havia ensaiado rs.

Fomos para o quarto, pediu que eu me deitasse de bruços e então iniciou a massagem. Com exceção  dos meus pés e rosto, todo o resto ficou coberto de óleo, até mesmo os meus cabelos ousaram entrar na brincadeira sem serem convidados. Foi uma delícia aquela massagem. A mais completa e duradoura dos últimos tempos. Começou pelas minhas costas, depois bunda, braços e pernas. Ao me virar de frente, massageou bastante os meus seios em vários momentos, para então repousar na minha menina. Fez alguns carinhos nela com a sua mão, como se ali também merecesse ser massageado e então pegou um brinquedo que ele também havia levado para apimentar o momento…

Não que eu não tivesse levado o meu, mas o dele tinha mais presença com esse tamanho todo. ? Começou na velocidade um, fazendo meu corpo inteiro ter alguns espasmos com aquela potente vibração íntima. Depois ele me mostrou que o acessório havia mais de seis velocidades, no entanto, não precisei de muito e já gozei na terceira. ?

Ele ainda quis continuar conduzindo o brinquedinho em mim por mais um tempo, o que não durou muito, pois fiquei sensível após a gozada. Foi então que pedi que se deitasse, pois era a minha vez de lhe retribuir todo aquele mimo – me referindo a massagem e não ao brinquedinho ? -. Ele topou e lá fui eu percorrendo os mesmos caminhos que ele percorreu no meu corpo. Lhe massageei por mais de meia hora, sem pressa, com a devida atenção e intensidade.

Quando se virou de barriga para cima, ao chegar no seu pau, ao invés de massageá-lo, preferi chupar, estava apetitoso, chamando a minha boca a todo momento. ? Após um tempo lhe paparicando, ao perceber que ele ficava gradativamente mais empolgado, interrompi. Voltei para a massagem, pois ainda faltava as suas pernas.

Quando estava quase terminando por completo, resolvi ir um pouco além do que ele foi comigo e peguei no seu pé, sendo surpreendida por uns tremeliques repentinos. Ele tinha cosquinhas. ? E como eu não resisto a pequenas torturas, obviamente que lhe provoquei mais algumas vezes, principalmente quando ele menos esperava. ? Foi engraçado ver aquele homão sentindo cócegas rs. ?

Ao terminar a massagem, voltamos a nos beijar e aí ele perguntou o que eu estava afim de fazer. Bom… Foram duas horas de muita massagem, estávamos caminhando para a nossa última hora juntos, só me vinha uma coisa na cabeça… “Quero sentir dentro”, falei de maneira sensual, bem baixinho. Ele então pegou sua Skyn, encapou e veio por cima de mim. E ao contrário do nosso primeiro encontro, ele gozou em pouco tempo. O que uma boa preliminar não faz, não é mesmo? ? – No nosso first date as preliminares foram mais conversas regada de um bom vinho. –

Ele trocou de camisinha rapidamente e tentou retomar, mas ninguém é de ferro, não é mesmo? E aos poucos seu menino teimou em cochilar. Interrompemos e ficamos deitados abraçados, um pouco em silêncio e aos poucos assuntos foram surgindo, desencadeando uma conversa gostosa. Foram três horas muito bem aproveitadas. ?

Mensagens pós primeiro encontro. Muito contente com o seu feedback do meu livro. ❤️

“O Exigente”

Querido diário…

Esse foi mais um daqueles atendimentos em que a foto da pessoa no WhatsApp não fazia jus a sua beleza presencialmente. Este rapaz é alemão e pela foto não dava para ver seus cabelos mais claros e olhos azuis. Ele me agradou bastante logo que o vi, já eu não sei se lhe causei a mesma boa impressão. Eu cheguei um pouco atrasada e atribui que aquela seriedade dele pudesse ter sido por isso, pois, quando enviei uma mensagem avisando que me atrasaria, ele disse: “Espero que valha a pena esperar”. Me pressionando a ser sensacional.

Como era uma noite fria, não consegui ir tão sensual. Fui de sobretudo, calça preta e toquinha. Entretanto, usei um batom vermelho para dar aquele destaque (parecendo a Carmen Sandiego rs), só que, como uso óculos, percebi que meu rosto ficou mais pra comportado do que sexy. Quando entramos no elevador, percebi ele olhando para outra mulher, uma que parecia também ser acompanhante, bem mais sensual, acompanhada de um homem mais velho. Fiquei me sentindo mal por ter ido tão comportada, mas, o que eu poderia fazer se estava tão frio?

No quarto foi o meu momento. A minha chance de virar aquele jogo. Entre quatro paredes me garanto e fiz de tudo para mudar a sua impressão – se é que de fato ele tinha ficado com a impressão que eu fosse sem graça, as vezes era só neura da minha cabeça mesmo -. Tirei a toca, o sobretudo, revelando meu corpo ainda mais magrinho sem todo aquele volume de roupa, e também tirei meus óculos. Nos beijamos e tudo foi desenrolando da melhor maneira possível. Ele disse que estava cansado, por conta do voo da Alemanha e pediu uma massagem, que fiz com o maior gosto. ??

Depois voltamos a nos beijar e consegui conquistá-lo com o meu oral. Gozou nos meus seios. Nos banhamos e então conversamos um pouco, enquanto ele se recuperava. Ele não falava português e foi uma delícia praticar o meu inglês com ele. No segundo round voltei a chupá-lo, mas, ficamos um bom tempo apenas nos beijando e um masturbando o outro, até que encapamos. Fui primeiro por cima e depois trocamos para papai e mamãe. Peguei meu brinquedinho, porém, infelizmente, com ele, não foi uma boa ideia. Não vou nem dizer que ele não deve ter curtido por ser gringo, porque já usei com um colombiano (ainda irei relatar) que adorou.

Percebi que o pau dele foi amolecendo, perguntei se ele não estava gostando da vibração e respondeu que achou “estranho”. Uma pena, tive que desligar e nem gozei. E como seu menino amoleceu, voltei para o oral e finalizei na mão. Após sua segunda gozada o encontro foi minguando. Ainda tínhamos tempo, mas ele estava visivelmente cansado, fazendo com que eu me sentisse uma intrusa ali. Logo mais fui me banhar e comecei a me vestir para ir embora. Ainda estou com as minhas dúvidas se ele gostou. ?

Repeteco com o Excitável

Excitável

Querido diário…

Esse mês de agosto foi premiado, ressurgindo clientes das antigas que há muito tempo não saíam comigo. E esse é um deles. Cliente 274. Nosso primeiro e último encontro foi em novembro de 2017. Jamais imaginaria que rolaria repeteco quase dois anos depois!! (Ainda que durante esse tempo ele tivesse feito novas tentativas, sem sucesso.)

Combinamos de eu atendê-lo no hotel que ele estava hospedado, sendo o Mércure da Vila Olímpia. Que sensação gostosa reencontrar alguém conhecido. Ele me encontrou no saguão do hotel e subimos juntos para o quarto. Já dentro da suíte, não perdemos tempo e iniciamos a pegação. Após alguns beijos desceu para o meu pescoço e ficou neles por algum tempo. Logo mais tirei meu vestido, sutiã e ele foi para os meus seios. Foi se aproximando o momento de irmos para a cama.

Andei de ré para me sentar e tirar o sapato e foi nesse momento que percebi uma coisa engraçada. Não havia cama de casal e sim duas de solteiro. Seria desafiador transar ali. ? Deixei escapar um: “Cama de solteiro? Rs” e ele “Nem fala, fiquei puto quando cheguei aqui” rs. Já escolhi a minha cama preferida – do lado esquerdo, próximo da janela – e me deitei nela, à sua espera, que estava se despindo ainda. Nos espremendo naquela cama minúscula, me lembrei da minha adolescência, quando eu não tinha uma cama de casal para mim e me virava como dava rs. ?

Em certo momento ele desceu para me chupar e quando retornou para a minha boca, veio com tanta sede ao pote que nossos dentes até bateram. Foi engraçado e acabei rindo, pois, ele se preocupou tanto que tivesse me machucado, sendo que doía mais nele do que em mim. ? O pior nem foi isso, quando fui me levantar para pegar o meu brinquedinho (ele estava sedento em assistir eu me masturbando), batemos nossas cabeças também. Tô falando que parecíamos dois adolescentes virgens e afobados! ?

Mas antes de chegarmos nessa parte do encontro, também o chupei (só um beijinho rápido, ele tava a perigo e não me deixou continuar) e fizemos 69 de lado (nessa hora ele conseguiu se conter mais já que também estava trabalhando com a língua na minha menina ?). Quando comecei a me masturbar para que assistisse, ele até parou de se masturbar, pois, só de me assistir já estava lhe dando o maior tesão (segundo relatou na hora rs). Daí ficou esfregando seu pau no meu corpo, mais precisamente na minha bunda e acreditem, ele gozou assim. ? Fique besta. E nem me sujou, ficou tudo lá no edredom da cama. Ele disse: “Ainda bem que eu tô dormindo na outra cama”. Olha aí a vantagem de terem duas de solteiro rs. ?

Se banhou, conversamos bastante e então retomamos as preliminares. O chupei mais um pouco, peguei meu brinquedinho e na primeira menção de me masturbar de novo, ele ficou louco e pediu para transarmos. Menino encapado, fizemos de ladinho e gozou rapidíssimo. Rapaz fácil de excitar esse rs (por isso o apelido hehe). Me banhei depois e então parti, 1:30 passou mesmo muito rápido.

“O Selvagem”

Querido diário…

Precisei dar um respiro do blog.

Como já devem ter notado, não gosto de rotina e quando algo começa a ficar muito igual, já dou um jeito de tornar diferente.

Bom… vamos falar deste atendimento.

Selvagem.

Demorou um pouco para que eu entrasse no clima. Não que ele tivesse percebido, pois, minhas reações seguiam no automático, até que de fato eu estivesse realmente curtindo e entregue àquilo. Sua pegada era forte e às vezes doía. Foi quando eu estava por cima dele, ainda no primeiro round, alguns minutos depois da transa ter começado que, de repente, enquanto ele metia rápido, comecei a achar gostoso. Quando trocamos para de ladinho, consegui curtir ainda mais, conforme as suas mãos interagiam com o meu corpo.

Sua mão apertou de leve o meu pescoço, algo que, na hora do sexo, confesso que gosto. Ele percebeu e foi ousando um pouco mais. Raspava a sua barba nas minhas costas, juntamente com mordidas, que me causavam uma mescla de prazer e dor. Claro que, com o tempo, conforme minha pele ficava vermelha e sensível, deixava de ser prazeroso, mas nada que eu não pudesse suportar.

Gozei uma vez com o meu brinquedinho, ao mesmo tempo em que o sentia me penetrando rápido e forte. Seu orgasmo veio e então fizemos a merecida pausa. Brinquei com meus dedos nos pelos do seu peitoral e quando vi estávamos um masturbando o outro. Como ele apenas tirou a camisinha gozada e não se lavou, fiquei impossibilitada de voltar a chupá-lo. Da masturbação seguimos para o segundo preservativo, novamente de lado até que a exaustão tomasse conta de si. Ficou sem gozar dessa vez. Nossa uma hora chegastes ao fim.

“O Esbaforido”

Querido diário…

Combinamos de eu atendê-lo em sua residência. Rapaz novo, me surpreendi quando o vi pessoalmente. Revelou ter vinte e quatro aninhos. Fazia tempo que eu não atendia alguém na casa dos vinte também. A princípio o achei um pouco afobado. Pedi licença para jogar o meu chiclete no lixo da cozinha e já quis me agarrar ali mesmo, até que gentilmente o interrompi e falei que era melhor irmos para a sala rs.

Quando o beijei, consegui sentir até seu coração batendo mais rápido e suas mãos estavam trêmulas. Perguntei se ele estava nervoso, respondeu que sim, um pouco, e tentei deixá-lo mais calmo, nervosismo nessas horas não ajuda em nada. Vendo que ele ainda estava acelerado, ou seja, sequer conversamos primeiro para quebrar o gelo, partindo rapidamente para a pegação, sugeri então irmos para o quarto, bem mais apropriado e confortável.

Daí ele colocou uma música para nós (o primeiro álbum do Oasis) e retomamos os beijos. Percebi que ele era um pouco passivo, então tomei a frente em conduzir e pedi que se deitasse. Logo fomos nos despindo e não consegui conter o desconforto quando as suas mãos geladas tocaram no meu corpo. Era um dia frio e eu não estava conseguindo suportar o seu toque. Perguntei se havia torneira com água quente no apartamento. Ele disse que sim, na cozinha, e o acompanhei até lá para que aquecesse aquelas mãos que mais pareciam flocos de neve.

Com essa pequena pausa, ao voltarmos para o quarto, ele demonstrou iniciativa, comandando: “agora se deita você” e terminou de tirar a minha roupa, me deixando completamente nua. Daí chupou os meus seios e foi para a minha menina. Seu oral, não vou negar, precisa ser aprimorado. Sabe quando estamos beijando alguém e puxamos o lábio inferior da outra pessoa? Ele fazia isso direto com os grandes lábios da minha menina. Foi diferente, gostei do carinho, mas o foco deveria ser o clitóris e ele estava sendo ignorando. Não falei nada nesse primeiro momento e quando ele terminou, pedi que se deitasse, pois, seria a minha vez.

Nisso em que eu o chupava, ele sugeriu 69 e foi nessa hora que dei a dica da língua no clitóris, pois com a minha posição invertida, suas puxadas no meu lábio estava ficando um pouco preocupantes – se ele puxasse por acidente o meu clitóris daquele jeito, eu surtaria rs -. Daí, antes que eu saísse da velocidade um no meu oral, ele alarmado pediu pela camisinha, pois senão ia gozar. Ia não, gozou. Foi hiper mega rápido, não me lembrava de quando foi a última vez que alguém gozou comigo chupando, sem que eu tivesse colocado velocidade na chupada ainda rs.

Foi se lavar e tão logo voltou, recomeçamos de onde tínhamos parado. Com apenas alguns beijos, seu menino já estava duro de novo e voltei para ele. Chupei mais um pouco, até que encapamos. Achei que na primeira transa ele também fosse gozar rápido, mas, o subestimei. Sua primeira gozada com o meu oral pode até ter sido rápida, no entanto, as demais demoraram uma eternidade rs.

Começamos no papai e mamãe e percebi que ele não tinha muito jeito metendo. Ele colocou a cabeça do seu pau na minha entrada e já começou a meter rápido sem que tivesse entrado direito. O interrompi e expliquei que primeiro ele enfia tudo devagar, para só então acelerar, com o menino completamente dentro. Imagina se o pau dele escapa? Poderia ser uma catástrofe tanto para mim (já que poderia escapar para o buraco errado), quanto para ele (que poderia ter o pau dobrado dependendo de onde batesse).

Fizemos em várias posições. Comigo cavalgando, de quatro, de bruços, de ladinho e nada do rapaz gozar. Já eu devo ter gozado uma ou duas vezes na mesma transa, usando meu brinquedinho. Estava começando a ficar exausta com tanto entra e sai na minha menina, até que ele teve a ideia de eu cavalgar de costas para ele e aí sim, após um tempo, ele gozou. Quase soltei fogos de artifício rs.

O bom é que depois da segunda gozada, ele ficou bem mais tranquilo e tive uma leve esperança que não rolasse segundo round, almejando um descanso para a minha menina. Mas ainda tínhamos 1h pela frente (combinamos 2h), sendo muito difícil ele, menino novo, se contentar em apenas ficar conversando. Dito e feito. Quando faltava meia hora para o término, ficamos ligeiramente sem assunto e perguntei se ele aguentava mais uma. Disse que não sabia, mas, novamente com poucos beijos já ficou duro de novo e tive que partir para a ação. Chupei, encapei e já fui sentando.

Outra vez rolou revezamento de posições, reabasteci o gel na camisinha mais de uma vez e gozei duas vezes, acredito eu. – Ainda bem que levei meu brinquedinho com a bateria totalmente carregada. – Desta vez ele gozou comigo de quatro. Haja disposição. Assim que saiu de dentro de mim, bebi bastante água para me hidratar e já parti para o banho.

Enquanto eu me vestia ficou um silêncio levemente constrangedor. Ele havia desligado a música e ambos estávamos sem assunto. Brinquei com a situação, dizendo: “Nossa que silêncio rs”, mas nem assim conseguimos desencadear alguma conversa. Contudo, ele foi muito fofo e antes que eu partisse me presenteou com uma caixa de chocolates Lindt e ainda me acompanhou até a portaria novamente.

 

Imagina se eu ia deixar de escrever sobre ele hehe.

Duas horas depois, ainda teve a gentileza de me enviar o feedback do meu livro:

“O Sexy”

Querido diário…

Deus existe e ele me ama. Mais uma vez fui abençoada com um atendimento que nem parecia um. Eu não costumo criar expectativas por foto de whatsapp, o que tem me surpreendido muito ultimamente. Esse parecia um modelo. Alto (1,90), bem-apessoado e seu sotaque… ahh que coisa mais sexy ouvi-lo falando português com sotaque espanhol. Daí você me pergunta: ele é argentino? Não, paraguaio! My first! E que paraguaio… tô me abanando aqui só de lembrar! ?

Quem visse a minha cara, provavelmente se lembraria da Katherine Heigl em “A Verdade Nua e Crua”, quando ela descobre o gatíssimo Colin, seu vizinho ortopedista.

E como se já não bastasse o meu encantamento inicial, ele ainda foi fofo de comprar presentinhos! ? Chocolate Kopenhagen e um batom vermelho da MAC. Ganhar maquiagem de clientes é raridade, curti bastante. ? Não tive como esperar até o brinde para nos beijarmos, pois precisava lhe dar um beijo de agradecimento. Depois ele serviu vinho para nós – que apesar de não ser Moscatel também era muito bom por sinal, chamado “Bourgogne”, francês, Chardonnay – e então engatamos os amassos.

Após algum tempo nos beijando de pé, o encaminhei para um sofá que havia na suíte e me sentei por cima dele, o beijando loucamente, movimentando nossos corpos para frente e para trás, roçando nossas partes íntimas, ainda separadas pelas nossas roupas. Falando em roupas, elas foram saindo gradativamente. E quando me agachei para chupá-lo, me deparei com um pau gigantesco, proporcional ao seu tamanho. Cumprido, mas felizmente não era monstruosamente grosso, de grossura mediana, permitindo que eu pudesse brincar com ele dentro da minha boca.

Não era possível engoli-lo por inteiro, uma parte eu preenchia com a minha boca e a outra com a minha mão. Geralmente fico assustada com paus tão grandes, mas o dele era apetitoso demais, seria gostoso quando chegasse o momento dele entrar em mim. E como era bastante cumprido, pude roçar nele sem medo, quando voltei a me sentar por cima dele, seu tronco extenso, me permitia movimentos generosos roçando o meu clitóris. Gozei assim. Logo depois fui pegar a camisinha, pois era a vez dele poder gozar também.

Mas calma, estou me precipitando! Depois que o chupei, também fui chupada e ela era muito bom no que fazia. O que me deixou ainda mais eufórica para roçar naquele tronco gostoso depois. Agora sim, retomando de onde havíamos parado, peguei a camisinha e nos dirigimos para a cama. Pela minha experiência, eu sabia que um pau cumprido como aquele não poderia ir até o fundo, então conduzi aquela transa do começo ao fim, comigo por cima. Claro que se ele tivesse pedido, teríamos feito em outras posições, mas nem foi preciso, ele gozou comigo subindo e descendo, cautelosamente, bem gostoso.

Me levantei para ir ao banheiro depois, ele também para descartar a camisinha e então voltamos para o sofá, bebericar o vinho e conversar. Achei que rolaria segundo round, até propus que ele se lavasse após certo tempo, mas ele quis aproveitar para me conhecer melhor e ficamos apenas conversando. O que acabou sendo bom, já que num segundo round ele provavelmente iria querer experimentar outras posições que poderiam não ser tão confortáveis para mim. ? Quando vimos as 2h passaram voando. Espero que possamos repetir mais vezes, quando ele voltar para o Brasil!! ?

“O Erudito”

Querido diário…

Fazia muito tempo que ele tentava sair comigo (desde julho de 2018 para ser mais exata). Contou que demorou tanto pois, estava esperando pela oportunidade certa de passar mais horas comigo, mas, como um ano se passou e nada feito, chegou a conclusão que mesmo que fosse apenas 1h, não perderia mais nenhuma oportunidade. (Por que ele não chegou a essa conclusão antes?! ?)

Combinamos no Lush, suíte 604. Levou um vinho Moscatel para nós (que definitivamente virou o meu preferido, aquele CASA PERINI que citei no relato com o Ardiloso). Mais do que isso, também levou petiscos (dois tipos de queijo, azeitonas e amendoim), ou seja, todo um preparo, e ainda presentes! ?

Após o brinde, nos beijamos mais e rapidamente nos despimos. Beijou os meus seios e seguiu com os carinhos até a minha menina. Me chupou lá embaixo por um tempão, muito tempo mesmo, fiquei até sem graça por estar lhe dando tanto trabalho (via-se que estava focado em me fazer gozar), até que o interrompi e falei que era a minha vez. O chupei até que me pedisse pela camisinha.

Menino encapado, fui por cima e ele gozou consideravelmente rápido, o que encarei como um elogio. ? Daí ficamos conversando até o término do tempo, bebericando e petiscando. Ele é um homem muito culto, então aproveito para anexar aqui um texto incrível que ele me apresentou, do Augusto dos Anjos:

Versos Íntimos

“Elegido como um dos 100 melhores poemas brasileiros do século XX”

Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de sua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!

Uma semana depois, ainda fui agraciada com o feedback completo do meu livro: ?

“O Saborido”

Querido diário…

Me surpreendi com esse homem logo que entrei no quarto. Sua idade deveria ser algo entre quarenta e cinquenta anos. Bonito, alto e cheio de pegada. Combinamos no Lido, suíte 223. Não perdemos tempo e começamos com os beijos e amassos no instante em que meus pés pisaram no recinto. Foram muitas preliminares, regadas com muito sexo oral (tanto em mim quanto nele), muitos beijos e muitos carinhos. ?

Este homem conseguiu me deixar com tanto tesão, ao ponto de eu querer fazer anal com ele. Sim, eu que ofereci, ele nem estava esperando, ou pelo menos não demonstrou, pois, ficou bastante surpreso quando eu disse que estava com vontade de fazer com ele. Não muito depois de eu lhe dizer o meu desejo, encapamos e fui conduzindo sua entrada, indo por cima dele. Estava escorregando bastante, então tive a ideia de tentar sentar comigo de costas para ele e desse jeito deu certo. Imediatamente peguei o meu brinquedinho e busquei ser feliz junto com ele. ?

Depois que gozei, foquei para que ele também gozasse, mas, estava me dando um certo trabalhinho e para não abusar muito do meu corpo, troquei a camisinha e fomos para o vaginal. Aí sim ele chegou lá! ? E como as preliminares foram duradouras, à essa altura nos restavam poucos minutos (combinamos 1:30), foi o tempo de nos banharmos e termos aquela costumeira e relaxante conversa pós-sexo. ? Me deu carona depois.

Ele ficou super envergonhado por isso, se oferecendo para me depositar, mas, falei que poderia me acertar no nosso próximo encontro. Até o fechamento dessa edição ainda nada, mas, sigo na esperança de um repeteco. ❤️

“O Galã”

Querido diário…

Acho que essa foi a primeira vez em que fui abordada por alguém que, mesmo sem ter saído comigo, me reconheceu devido as fotos do Twitter. ? Combinei de encontrar esse cliente no Hotel Radisson da Vila Olímpia e assim que desci do Uber, fiquei um pouco atônita procurando por ele. – Pedi que me encontrasse na entrada, mas, depois o encontrei me aguardando lá dentro. –

Nisso, percebi um cara, que também estava na entrada do hotel, um pouco mais distante de mim, me olhando. Por um segundo pensei que ele pudesse ser o tal cliente que fui encontrar, ainda que fossem super diferentes, mas fiquei na minha, até que ele se aproximou de mim…

Com licença, posso te perguntar uma coisa? – Ele perguntou e não sei porque, mas, deduzi que fosse me perguntar se eu era acompanhante.

– Claro.

Você é a Sara?

E você é o *******? –  Respondi uma pergunta com outra pergunta rs.

Não.

Ah tá rs, já tava achando estranho, tão diferente da foto rs. […] A gente já saiu?

Não… É que eu já te vi no Twitter.

Nossa, nunca aconteceu de me reconhecerem assim.

Fiquei mesmo impressionada, eu nunca divulguei a foto do meu rosto em lugar nenhum. Daí, percebendo que ele não era a pessoa pela qual eu fui encontrar, me despedi e fui procurar o cliente certo, aquele que estava me esperando do lado de dentro.

O cliente da vez era bastante novo e atraente, meu dia de sorte? Nem tanto, pois seu pau era consideravelmente grandinho. Mas chegarei lá rs. Tinha uns traços árabes, me lembrou bastante o Habib. Não falava uma palavra em português e seu espanhol era difícil de entender. Foi uma comunicação complicada. Às vezes fingi entender o que ele estava dizendo para não ficar chato toda hora eu pedindo que ele repetisse por não ter entendido. ? Colocou a minha playlist de Músicas Sensuais para tocar no seu Spotify, mostrando que realmente me acompanhava rs. ?

E então começamos a nos beijar. Estava curtindo atender ele, mas, confesso que quando vi o tamanho do seu pau, me assustei um pouco. Era comprido. Do tipo que alcançaria até o meu útero. As preliminares foram deliciosas. Ambos nos chupamos e rolou bastante química. Após encapado, começamos comigo por cima, controlando até onde seu pau entrava. No entanto, depois ele pediu para me pegar de quatro e nessa hora sofri um pouco, senti muito desconforto quando ele metia rápido e ainda demorou consideravelmente para gozar.

Depois que ele chegou lá, fizemos uma merecida pausa e tentamos conversar, porém, estava mesmo complicado entender o seu espanhol. Até que, de repente, ele perguntou se podíamos de novo. Reiniciamos as preliminares, fazendo um delicioso 69, mas, voltei para a sofrência quando transamos. Tenho percebido pelas minhas experiências que a lei de Murphy é mesmo constante. Quanto mais o cara for pauzudo, mais vai demorar para gozar. 1:30 foram completamente preenchidas e bem aproveitadas (por ele), sexualmente falando.

Pernoite com o Fenomenal

Querido diário…

Que delícia viver mais uma aventura com este homem! ❤️ E desta vez foi ainda mais emocionante, já que peguei um voo até Porto Alegre só para encontrá-lo. Assim como ele veio para São Paulo a trabalho quando saímos pela primeira vez, agora ele viajara para o Rio Grande do Sul. Eu nunca tinha ido para Porto Alegre, então fiquei animada duas vezes! ?

Ao pisar no aeroporto de Congonhas, imediatamente me lembrei da minha última viagem marcante e a nostalgia foi muita. Tinha me esquecido da sensação de prazer que um aeroporto pode nos remeter, dependendo da viagem que nos espera. Talvez por estar empolgada com esta, me lembrei de uma outra que me fez a mulher mais feliz desse mundo, que foi quando realizei o meu sonho de conhecer os Estados Unidos, ano passado. Ahh como eu queria ir pra fora de novo, apesar daquele voo horroroso de dez horas.

Adoro olhar para fora da janela quando o avião está subindo. A cidade vista de cima parece uma grande maquete e conforme vai ficando cada vez mais alto é como se as pessoas que aqui habitam, já não existissem. Carros se tornam formigas, pessoas seres invisíveis, montanhas e rios não mais tão infinitos assim. Logo a vista de cima parece uma grande pintura, como se você estivesse vendo o planeta Terra de fora.

Como eu tinha sido muito inteligente em esquecer de levar os meus dois carregadores (do celular pessoal e do de trabalho), poupei a bateria que estava sendo gasta comigo ouvindo música e peguei o livro que escolhi para me acompanhar nessa viagem. “Ninguém é de Ninguém” da querida Zibia Gasparetto. Comprei este livro há mais de um ano – quando ainda morava em Guarulhos – e assim como muitos outros comprados e ganhados, estava intocado na minha estante, esperando pelo seu momento. A propósito, aproveito para destacar um trecho do livro que gostei muito: “O segredo para a felicidade é escolher a comédia e largar o drama” (pág 26).

Li umas boas páginas do livro, até que de repente se apagaram as luzes do voo. Eu sei que poderia usar aquelas lanternas individuais do teto, mas quis poupar o meu vizinho de ter que lidar com uma luz na sua cara. Peguei meu celular e aproveitei para ouvir mais um pouco de música, enquanto ainda tinha bateria. Vou trazer aqui abaixo a música que ouvi naquele momento. Parte da trilha sonora da minha viagem, ainda que uma música um tanto romantizada para a ocasião.

De repente aconteceram umas coisas estranhas durante o voo, fazendo com que a minha trilha sonora trouxesse mais drama ao momento. Turbulência. As vezes o avião descia muito rápido de modo que senti aquele frio na barriga de quando estamos numa montanha russa. Fiquei com um pequeno medinho da morte. Olhei para as pessoas ao lado e algumas também demonstravam um sutil olhar assustado.

E com tanta coisa importante para eu pensar caso eu morresse, fui pensar no tanto de relato que já estava pronto, salvo nos rascunhos do blog, especulando se a pessoa de minha confiança que tem a senha de todas as minhas redes sociais de trabalho, teria a malícia de revisar o conteúdo e postar do mesmo jeito, como aqueles artistas que mesmo depois que morrem continuam lançando coisa nova rs.

Daí reparei que constantemente uma luz piscava lá fora. “Deve ser a luz do avião”, pensei enganadamente inteligente, até que reparei melhor que tais luzes piscavam em pontos diferentes das nuvens. Quase não acreditei quando descobri que aquilo eram raios. Eu tinha visto a previsão de Porto Alegre, de frio e chuva, mas ainda assim achei impressionante aquele pisca pisca constante. Não havia intervalos entre uma piscada e outra e pensei: para onde será que todos aqueles raios oriundos de uma nuvem enorme e sinistra estavam sendo direcionados? ?

Enfim o avião pousou e fiquei feliz por isso. Feliz por não ter morrido com aqueles sacolejos e mais feliz ainda por estar cada vez mais perto o momento de reencontrar aquele homem e passar a noite inteira com ele. ❤️ Troquei a música que ouvia para “Season Of The Witch” da Lana Del Rey, que já havia se tornado a nossa música tema desde o nosso primeiro encontro.

Dei uma leve congelada do lado de fora do aeroporto enquanto esperava o meu Uber e durante essa espera constatei como de fato taxistas são implicantes. Até com eles mesmos arrumam encrenca. O cara que trabalhava chamando os passageiros para os táxis brancos, começou a brigar com o motorista do táxi laranja, dizendo que ele não podia estacionar ali. Até entre eles há rivalidade, achei desnecessário tudo aquilo, como se não tivesse passageiros para todo mundo.

Não achei Porto Alegre grande coisa. No trajeto do aeroporto até o hotel Blue Tree Towers Millenium não havia nada de extraordinário na vista. O motorista justificou que a parte boa era do outro lado e avaliou que aquela parte da cidade era similar a parte feia do centro de São Paulo. E era mesmo.

Enfim cheguei no hotel, me identifiquei na recepção e o recepcionista, incrível e solicito que conseguiu um carregador de Iphone para mim, me escoltou até o quarto em que o Fenomenal me aguardava.

Que delícia revê-lo. Desta vez não vestia roupa social, mas ainda assim estava elegante, com aquele suéter. Me deu um beijo de língua delicioso depois que entrei e a porta se fechou atrás de nós, mas, não foi um beijo afobado que desencadeou numa transa selvagem. Pelo contrário, foi apenas um beijo de saudade e então nos afastamos para conversar como pessoas civilizadas, com ele novamente me servindo um Moscatel (desta vez não teve nenhum acidente com a garrafa rs). 

Vez ou outra nos topávamos pelo quarto e acabávamos nos beijando de novo, mas tudo era feito com bastante calma e no seu tempo, o que apreciei bastante, afinal tínhamos doze horas pela frente, para que pressa? Nos sentamos no sofá e engatamos uma conversa enquanto eu bebericava o meu vinho e ele seu saquê. Sabe aquela conversa fluída que começa em determinado assunto, depois vai para outro nada a ver e as conversas parecem nunca ter fim de tão agradáveis que são? É muito gostoso conversar com pessoas inteligentes. Claro que não foi só conversa a noite inteira, mas essa prosa do início do encontro foi a mais marcante.

Certa altura, me sentei em seu colo de frente para ele, momento em que nos beijamos de um jeito mais sensual, me deixando cada vez mais excitada, coisa que ainda não tinha acontecido com os beijos anteriores da noite. Entre um beijo e outro, até li para ele o rascunho do nosso primeiro encontro (que ainda não tinha sido postado) e foi muito gostoso relembrarmos de cada detalhe juntos. Aquele texto gigante que devo ter lido em não menos que dez minutos, fazendo as devidas entonações, arrancando risos dele e alguns olhares de cobiça em determinadas partes. Acho que já posso começar a investir em audiobook rs.

Enfim fomos para a cama, onde tudo desenrolou de maneira ainda mais maravilhosa. Ele queria me chupar primeiro, mas fui mais esperta e o encurralei sem cueca. Primeiro eu, depois ele e então os dois, num delicioso 69. Nos chupamos bastante naquela noite. As preliminares foram longas, como se não houvesse amanhã. E quando finalmente encapou e me penetrou, eu já estava quase subindo pelas paredes.

O primeiro round foi no papai e mamãe. Ele aguentou bastante, ainda que diversas vezes reduzisse a velocidade quase parando, quando eu queria sentir alta voltagem. Gozei maravilhosamente com o auxilio do meu brinquedinho e em todas as vezes que transamos, ele sempre deixava para vir depois de mim, o que gostei bastante. Homem que não é egoísta na cama já é muito bom, vindo de cliente então é de tirar o chapéu. ??

Quando terminou, foi no banheiro se lavar e jogar o preservativo fora e ao retornar, sugeri que pedisse algo para comermos. Já era 23h (eu cheguei por volta das 19h) e eu estava morrendo de fome (ainda mais depois de toda aquela atividade). Acabamos escolhendo um penne e nesse meio tempo quase transamos de novo. Digo quase, pois, quando as coisas começaram a esquentar outra vez, demos uma segurada por conta da comida estar prestes a chegar a qualquer momento. No entanto aquela comida não chegava nunca, nos atrapalhando duas vezes. A fome de comida e a fome de sexo.

Após mais de meia hora que havíamos feito o pedido, incentivei que ele ligasse de novo, já que aquela demora estava ficando um tanto demais. “Estamos finalizando” foi o que o atendente disse, mas a comida só chegou mais meia hora depois. Suspeitamos que não haviam computado o nosso pedido da primeira vez.

Após o banho, ele vestiu um samba canção estampado e uma camiseta branca. Tirei um sarro, pois achei que ele dormiria pelado, assim como eu, mas, confesso que no fundo achei sexy aquele seu “pijama” rs. Fiquei o atiçando a todo momento. “Vamos chamar a comida” falei toda diabinha, sabendo que a partir do momento que começássemos a fazer alguma coisa, com certeza seríamos interrompidos. Como de fato aconteceu. (Lei de murphy nunca falha.)

Quando o funcionário do hotel chegou com a comida, corri para o banheiro, que eu estava nua de novo e ele foi atender a porta de pau duro. “Comemos ou transamos?”, ele perguntou quando estávamos a sós de novo. Eu estava faminta, mas também com tesão, então escolhi a segunda opção, ainda que levemente preocupada que a comida esfriasse.

Desta vez ele me pegou contra a parede, que delícia de transa, me senti literalmente uma putinha. Depois me colocou de quatro na cama, até que voltou a vir por cima. – Assim como eu, percebi que ele também curte um papai e mamãe. – Concordamos que transar olhando no fundo dos olhos do outro e nos abraçarmos ao mesmo tempo, é de fato mais interessante àquela sensação enorme de prazer.

Dessa vez gozei me masturbando com a mão mesmo (na raça, sem brinquedinho) e poucos segundos depois que fui, ele perguntou se também podia ir. Achei bonitinho ele pedir a minha autorização. Será que teria segurado se eu dissesse que não? ?

Mais uma pausa e novo banho (não estou enfatizando os momentos da camisinha, apenas para poder deixar o relato mais provocante, mas isso não quer dizer que não usamos) e então nos sentamos a mesa para comer. O macarrão estava delicioso, mas ainda assim não chegamos a limpar o prato. Dentes escovados, nos deitamos na cama com a TV ligada, passando o filme: “Minha Super Ex-Namorada” em algum canal que desconheço.

Me deitei de costas para ele (a  famosa conchinha) e ele me atentou para um terceiro round. De ladinho. Já estávamos plenamente aconchegados debaixo das cobertas e desta vez o fiz se levantar para ir buscar a camisinha. Rolou uma sessão de 69 antes da sua entrada e me surpreendi com a disposição daquele homem, uma vez que parecia tão sonolento quanto eu. “Culpa da sua pele”, ele dizia. Acredito que como todas as outras transas, terminou com ele gozando no papai e mamãe. Ou será que ele não gozou nessa? Já nem lembro mais…

Enfim hora de dormir. De repente me deu um ataque de riso que gostaria de lembrar o motivo. Eu ri de chorar (juro, escorreram várias lágrimas) e estava ficando constrangedor toda aquela risadaria, uma vez que só eu estava gargalhando. Fiquei com dificuldade até para respirar e tive que me concentrar para parar de dar aquele vexame. Enfim me calei e apaguei. Acordei somente quando disparou o alarme do meu celular. Ele disse a verdade, quando mencionou que não roncava. Mais perfeito impossível. ❤️

No dia seguinte (ou naquele mesmo dia, já que quando dormimos passara da meia noite) não rolou a costumeira transa matinal, pois eu precisava voltar para São Paulo o quanto antes, uma vez que esse pernoite foi marcado de última hora e eu  precisava honrar outros compromissos. E no caminho do aeroporto, aproveitei e tirei algumas fotos para documentar melhor a viagem:

Sendo ao mesmo tempo agraciada com as suas gentis mensagens: